Vídeos para assistir sobre escravidão:
Ecos da Escravidão - Caminhos da Reportagem:
https://www.youtube.com/watch?v=xR549adx5Go
A rota do escravo (UNESCO):
https://www.youtube.com/watch?v=HbreAbZhN4Q
segunda-feira, 16 de novembro de 2015
quarta-feira, 11 de novembro de 2015
Avisos importantes: matéria das avaliações do 4º bimestre
Queridos alunos,
Conforme avisei em sala, a matéria da prova (17/11) será a mesma do teste, sem acréscimos.
Para o dia 19/11, quando faremos um trabalho na informática, estudem o assunto "Escravidão na América Portuguesa", que está na ficha 11, a ser entregue em 12/11.
Até a próxima!
Conforme avisei em sala, a matéria da prova (17/11) será a mesma do teste, sem acréscimos.
Para o dia 19/11, quando faremos um trabalho na informática, estudem o assunto "Escravidão na América Portuguesa", que está na ficha 11, a ser entregue em 12/11.
Até a próxima!
domingo, 1 de novembro de 2015
Gabarito de exercícios
E.D.:
Questão 1
a)
Porque não havia sinais da existência de metais preciosos na América
Portuguesa, e, além disso, os portugueses estavam mais interessados no comércio
com as Índias.
b) “Brasileiro” era o português que
estava envolvido com a extração e comércio de pau-brasil.
c) VER FICHA 8:
Havia muitas expedições de franceses
e espanhóis à costa da América Portuguesa para explorar o pau-brasil; além
disso, o comércio com as Índias estava em declínio.
Questão 2
a)
As capitanias hereditárias foram criadas para tentar melhorar a administração
da América Portuguesa, e também para ocupar – e, assim, defender – as terras de
invasões estrangeiras.
b) Os capitães-donatários destas
capitanias tinham recursos financeiros próprios e crédito em bancos holandeses,
e investiram estes recursos na produção de açúcar, que era muito lucrativa.
Questão 3:
a)
O governo-geral foi uma tentativa de centralizar
o poder na América Portuguesa.
b) As funções principais das câmaras
municipais eram: cobrança de impostos; realização de obras públicas; cuidar do
abastecimento do município; estabelecer relações com as comunidades indígenas.
Questão 4:
A)
As atividades principais dos jesuítas na América Portuguesa eram a catequese e organização
do sistema educacional na colônia.
b) Porque para os jesuítas, os
indígenas catequizados não podiam ser escravizados; os colonos portugueses, por
sua vez, estavam interessados na escravização dos indígenas para obter
mão-de-obra para a produção de açúcar.
OBS:
Missões: eram aldeamentos criados pelos jesuítas
para reunir os indígenas que seriam catequizados.
Questão 5:
Resposta pessoal.
Página 284 –
exercício 3:
Os portugueses fundaram núcleos de povoamento, implementaram
o sistema de capitanias hereditárias, e criaram o governo-geral.
A produção de açúcar
na América Portuguesa
(Exercício do caderno)
Após a leitura da
página 280 de seu livro, cite os
motivos pelos quais o açúcar foi escolhido para ser produzido na América
Portuguesa.
Resposta:
- O clima e o
solo da América Portuguesa, especialmente do nordeste, eram favoráveis ao
plantio da cana-de-açúcar.
- Os
portugueses já dominavam as técnicas de produção de açúcar por sua experiência
anterior nas ilhas atlânticas de Cabo Verde, Açores, Madeira e São Tomé.
- O açúcar
era muito valorizado e lucrativo na Europa.
Matéria do teste de História do 4º bimestre
América Portuguesa:
- A chegada dos portugueses à América e os primeiros contatos com os indígenas
- O período entre 1500 e 1530
- O início da colonização: o pacto colonial; as capitanias hereditárias, o governo-geral e as câmaras municipais; a ação dos jesuítas; a produção de açúcar e a sociedade açucareira.
Fontes de estudo:
Caderno, Blog, Livro (p. 270 a 280), E.D. questões 1 a 6 e fichas 5 a 10.
- A chegada dos portugueses à América e os primeiros contatos com os indígenas
- O período entre 1500 e 1530
- O início da colonização: o pacto colonial; as capitanias hereditárias, o governo-geral e as câmaras municipais; a ação dos jesuítas; a produção de açúcar e a sociedade açucareira.
Fontes de estudo:
Caderno, Blog, Livro (p. 270 a 280), E.D. questões 1 a 6 e fichas 5 a 10.
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
A educação e a catequese na América Portuguesa: a ação dos jesuítas
A Companhia de Jesus
foi uma das ordens religiosas de maior importância no período da colonização da
América Portuguesa, desde sua chegada em 1549, até sua expulsão, em 1759. Os
jesuítas só retornariam no século XIX.
Com que objetivo vieram
os primeiros jesuítas para estas terras? A principal tarefa destes religiosos,
em solo brasileiro, era a de catequizar os indígenas, e propagar a fé católica
na América. Era importante para a Igreja Católica estar presente na América
desde o início da colonização, para que recuperasse os fiéis que perdera com a
Reforma, e para estabelecer seu poder no Novo Mundo.
A intenção de
catequizar os indígenas fica clara nas palavras de D. João III, rei de
Portugal, para o primeiro governador-geral da América Portuguesa, Tomé de
Souza:
“O principal motivo
que me levou a colonizar o Brasil é converter os povos que lá vivem à nossa
santa fé católica.”
Vamos ler o trecho a seguir, retirado da Carta de Pero Vaz de Caminha:
“Parece-me gente de
tal inocência que (...) seriam logo cristãos, visto que não têm nem entendem
crença alguma, segundo as aparências. (...) O melhor fruto que desta terra se
pode tirar parece-me que será salvar esta gente.”
A “gente de tal
inocência” a que Pero Vaz de Caminha se refere são os indígenas. A visão dos
europeus em relação aos indígenas era de que estes eram como “folhas em
branco”, que deveriam ser “preenchidas” com a fé católica.
A ação dos jesuítas na América
Portuguesa
Os jesuítas chegaram
à América Portuguesa junto com o primeiro governador-geral, Tomé de Souza, em
1549. Eram seis religiosos, liderados pelo Padre Manuel da Nóbrega. Como já foi
estudado, logo que chegou, Tomé de Souza fundou a cidade de Salvador, onde se
localizaria a sede do Governo-Geral.
Foi
em Salvador que os primeiros jesuítas começaram a agir na colônia. Sua ação
era, a princípio, pontual, ou seja, em pontos determinados do litoral
brasileiro. Em Salvador se instalaram as primeiras “escolas de ler e escrever”,
que eram um meio de catequizar os indígenas e de ensinar a eles e aos brancos
pobres a ler, escrever e contar. É preciso estar atento ao fato de que aprender
a ler, escrever e contar era importante para a própria realização da
catequese.
Depois de se
estabelecerem em Salvador, os jesuítas se dirigiram a São Vicente; assim, as
capitanias da Bahia de Todos os Santos, e de São Vicente, foram os primeiros
núcleos de ação da Companhia de Jesus na América Portuguesa.
Para
facilitar a catequese, os jesuítas aprenderam a língua dos indígenas, e criaram
a Língua Geral, que era uma mistura da língua portuguesa com a língua
tupi-guarani, e, ainda, algumas palavras do espanhol. Esta língua ficou sendo
usada na comunicação entre os jesuítas e os indígenas, e acabou se tornando a
mais falada na América Portuguesa.
Algum tempo após a
criação destas escolas, começou a haver o aldeamento dos indígenas, que foram,
assim, separados dos brancos pobres – com quem estudavam nas “escolas de ler e
escrever”. Estes aldeamentos, ou “missões”, levaram os jesuítas para o interior
da América Portuguesa, com o objetivo de transmitir para os indígenas os
costumes europeus e a fé católica, atendendo às necessidades da colonização.
Havia, além das “escolas de ler e escrever” e das
missões, os colégios, em que estudavam os filhos da elite colonial, com
o objetivo de mantê-los como classe dominante, e preparar os futuros
missionários. Nestes colégios, ensinava-se principalmente gramática, latim e
Filosofia
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
"Doce lucro": a produção de açúcar na América Portuguesa
Queridos alunos
Este bimestre estamos estudando a colonização da América Portuguesa, e, entre outros temas, vamos tratar da produção de açúcar na colônia.
Por isso, recomendo a leitura do texto do link abaixo, da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), que aborda o assunto de forma muito interessante!
Doce Lucro - RHBN
Boa leitura!
Este bimestre estamos estudando a colonização da América Portuguesa, e, entre outros temas, vamos tratar da produção de açúcar na colônia.
Por isso, recomendo a leitura do texto do link abaixo, da Revista de História da Biblioteca Nacional (RHBN), que aborda o assunto de forma muito interessante!
Doce Lucro - RHBN
Boa leitura!
Ficha 8 - Gabarito
Questão:
Após a leitura desta página, cite os objetivos da expedição de
Martim Afonso de Souza.
R: Os objetivos de Martim Afonso de Souza eram: explorar o
litoral entre o Maranhão e o Rio da Prata; combater piratas e outros invasores;
buscar sinais de novas riquezas, especialmente ouro e prata; e, principalmente,
fundar núcleos de povoamento na América Portuguesa.
Questões:
1) Após a leitura das páginas 274 e 275, identifique os direitos e deveres dos capitães-donatários.
R:
Direitos:
Ocupar e explorar as terras em
nome da Coroa Portuguesa; deixar a capitania de herança para seus filhos; doar
lotes de terra a colonos (são as chamadas sesmarias);
aprisionar e vender indígenas como escravos; obter isenção de impostos; ficar
com parte das rendas que arrecadava para a Coroa Portuguesa.
OBS: SESMARIAS são os lotes de
terras doados pelos donatários.
Deveres:
Defender as terras da América
Portuguesa contra invasores europeus; construir engenhos; fundar vilas; nomear
funcionários; aplicar a justiça em nome do rei português.
2) Explique
por que as capitanias eram chamadas de CAPITANIAS
HEREDITÁRIAS.
R: Porque o
donatário tinha o direito de deixar a posse de sua capitania como herança para
seus descendentes.
Questão:
Por que as capitanias de São Vicente e de Pernambuco, no século
XVI, foram bem-sucedidas?
R: Porque seus donatários tinham recursos financeiros
próprios e crédito em bancos holandeses; além disso, eles investiram estes
recursos na produção de açúcar.
Questão:
Por que podemos dizer que as câmaras municipais, na prática,
representavam o “verdadeiro poder no Brasil colonial”?
R: Porque havia grandes distâncias entre os municípios da
colônia e a metrópole, e também entre os municípios e o governo-geral, fazendo
com que várias decisões importantes fossem tomadas nas câmaras municipais.
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